Considerava surdo o individuo onde a audição não era funcional na vida comum, e parcialmente surdo aquele cuja audição mesmo deficiente, era funcional, com ou sem prótese.
A escola era vista como um local onde o surdo deveria iniciar bem cedo, para que treinado, se aproximasse o máximo da normalidade.
Com o domínio da linguagem oral teria maior integração social, pois, é a forma de comunicação comum a todos.
Sua aprendizagem estava subordinada a linguagem oral.
Mais de um século desse modelo como prática educacional para o surdo e o resultado foi um grande fracasso, onde uma minoria conseguiu alguma forma de comunicação e a maioria foi excluída do processo educacional, permanecendo em classes especiais.
O oralismo puro do modelo Clinico Terapêutico levou ao surgimento de uma geração que fracassou no seu desenvolvimento lingüístico, emocional, acadêmico e social.
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