Filosofo Sócrates diz:
“ Se não tivéssemos voz nem língua, mas apesar disso desejássemos manifestar coisas uns para os outros, não deveríamos, como as pessoas que hoje são mudas, nos empenhar em indicar o significado pelas mãos, cabeça e outras partes do corpo?”
Aristóteles
Acreditava que quando não se falavam, conseqüentemente não possuíam linguagem e tampouco pensamento.
Considerava o Surdo como não competente, incapaz, um ser sem pensamento.
Antes do século XIX – surdos tinham papéis significativos – sua educação realizava-se por meio da Língua de Sinais com professores surdos.
No entanto estudiosos da época, na sua maioria ouvintes, acreditavam que deveria ser priorizada a linguagem oral.
O Oralismo, que acreditavam ser a melhor forma de comunicação do surdo, ficou decretado através do Congresso Mundial de Professores Surdos, em 1880. Foi proibido a Língua de Sinais e desde essa época o surdo foi obrigado a comportar-se como ouvinte, trazendo séria conseqüências sociais e educacionais negativas.
Sistematizou-se a Educação do Surdo em dois modelos:
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