• A redação do surdo, deve estar relacionada as sua dificuldades na compreensão da língua portuguesa;
• Pouca leitura e em conseqüência um vocabulário pobre, não entende as palavras, pois, não possui conceitos;
• Oferecer, durante a avaliação, dicionário, calculadora e intérprete, se for possível;
• Nos conteúdos a serem avaliados, tentar ser mais sucinto, usar ilustrações, e questões objetivas;
• Observar se expressa seqüência lógica de pensamento e coerência no raciocínio;
O professor não deve supervalorizar os erros de estrutura, da língua portuguesa.
Só o desempenho lingüístico, não mede a aprendizagem efetivamente.
A inclusão do aluno surdo, nos impõe um grande desafio, pois, é muito difícil seu acesso aos conteúdos curriculares, de forma igualitária aos ouvintes.
Já existe em centros maiores escolas para surdos, com currículo adaptado, professor bilíngüe e professor interprete, mas ainda estamos longe desse ideal.
Contamos apenas com Projetos Pedagógicos, que levem em conta a presença do surdo em sala de aula e que dêem respostas adequadas as suas necessidades educacionais.
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